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Pré-Diagnóstico

Faça um pré-diagnóstico e identifique qual o seu ponto de dor:

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Ombro

Luxação acrómio-clavicular

A luxação da articulação acromio-clavicular é uma lesão muito frequente, principalmente em certos desportos de contacto como o rugby, o futebol e o andebol, com queda ou impacto sobre o ombro. Na maioria das luxações traumáticas do ombro ocorre também lesão da articulação acromio-clavicular. A luxação do ombro e luxação acromio-clavicular são diferentes tipos de lesão, embora possam ocorrer em conjunto.

 

 

Tipos de lesão

 

Lesão de grau I

A luxação da acrómio-clavicular pode ser graduada de leve a grave, dependendo da gravidade da lesão, se os ligamentos sofreram estiramento ou ruptura.  Normalmente, acontece com o estiramento do ligamento acromioclavicular e é denominada lesão de grau I.

 

Lesão de grau II

Quando há separação da articulação acrómio-clavicular, ruptura do ligamento acromioclavicular e estiramento do ligamento coracoclavicular é uma lesão grau II.

 

Lesão de grau III

Numa lesão grau III há ruptura completa dos ligamentos e separação da articulação. Neste tipo é visível uma proeminência no ombro afectado visto de frente. Neste caso é indicada a cirirgia.

 

 

Sintomas

O paciente pode sentir desde dor leve no ombro após um estiramento do ligamento a dor intensa quando existe ruptura.  As luxações grau II e III podem causar edema (inchaço) e pode ocorrer hematoma. Nas luxações grau III, pode sentir uma sensação de instabilidade na articulação do ombro.

 

 

Reabilitação em Fisioterapia

Numa primeira fase será necessário o controlo da dor com analgésicos, um período de repouso com uma imobilização funcional e fisioterapia. Se não necessitar de cirurgia são indicados exercícios terapêuticos para controlo da dor, seguido de um programa de fortalecimento muscular para os músculos da coifa dos rotadores. Na maioria dos casos, a dor desaparece quase por completo dentro de três semanas. A recuperação total pode levar até 6 semanas para luxações de grau II e até 12 semanas para as de grau III.
No caso de ser indicado para cirurgia os primeiros tratamentos incidirão no laser, electoestimulação, terapia manual, mobilização passiva e exercícios isométricos (inicialmente) progredindo para mobilização activa e resistida (6 a 8 semanas pós-cirurgia).

 

A recuperação pós-cirúrgica poderá demorar algum tempo e após os três meses inicia-se uma recuperação mais activa com fortalecimento dos músculos da coifa dos rotadores, actividades da vida diária e gesto desportivo para promover a estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenóide.  Posteriormente, a prevenção de recidiva é essencial. 

 

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